Finalmente fechado o trade “longo” no S&P500, aberto em 15 de Abril. Já ontem tinha praticamente a certeza que iria resultar daqui uma Shooting Star, mas optei por deixar seguir, já que o ganho estava garantido.

Uma vez que continua a cotar acima das linhas laranja grossa* e castanha**, estarei atento a possíveis abertura de posições “longas”. Neste instante só o faria acima da linha laranja fina.
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* – Encontra-se colocada abaixo do mínimo da semana passada. Uma vez que a semana que passou gerou uma vela branca que se destacou significativamente da anterior, o seu mínimo passou a ser o nível para inversão de tendência.
** – Encontra-se colocada abaixo do mínimo do mês passado. Uma vez que a vela (branca) de Março se destacou significativamente da anterior o seu mínimo passou a ser o nível para inversão de tendência de mais longo prazo. Normalmente só ligaria à linha laranja semanal; no entanto, o facto de se manter acima das duas serve para reforçar a opção por posições longas.
Quis o destino que fosse atacar esta nova abordagem num momento em que os futuros do S&P500 fizeram um movimento pouco comum: cada vez que atingia um novo mínimo, vinha logo a seguir acima do anterior máximo; e assim sucessivamente.
Tendo preparado o setup para um funcionamento em modo stop & reverse, acabei por ter mais 2 trades falhados (para além do descrito anteriormente) – felizmente tenho feito a experiência com pequenos montantes.

Na segunda-feira, tendo a posição longa aberta, afundou fortemente vindo activar a abertura de nova posição curta. Tendo vindo tocar os 1294, pensei: “Afinal sempre se confirma a inversão para “curtos”. Puro engano! Só para chatear, disparou na terça e, como um foguete, na quarta veio activar novamente o stop. Nem queria acreditar; é que, olhando para o recente historial do índice, não encontrava paralelo ao que estava a assistir. Ainda pensei: “Bem, vou parar por aqui, e repensar a coisa!” mas por outro lado: “Que raio!… Isto há-de tomar uma tendência! Não pode andar assim indefinidamente; o historial contraria isso!”. Daí que coloquei o stop de forma a inverter a posição e passamos a “alongar” novamente.

Desta vez parece que finalmente a coisa tomou um rumo, e até de forma vigorosa. Entretanto, parece ter especado junto à resistência mais óbvia – 1340. Este valor também coincide com o alvo da Broadening Formation criada pelos sucessivos máximos e mínimos cada vez mais afastados. Teremos que ver como se comporta agora; mas talvez seja mais sensato na próxima segunda deslocar o stop para o break even.
Depois do recente descalabro, optei por alterar o time frame para o trading no S&P500. Passei a usar gráfico diário para tomar posições, passando o gráfico semanal a definir a tendência.
Assim, ontem abri uma posição curta logo abaixo dos mínimos de 3 semanas. Para passar a assumir uma tendência de queda seria necessário que se mantivesse abaixo dessa linha nos dias seguintes. Neste caso, devo dizer que não estava muito confiante – estava mesmo a ver que ia reagir ao suporte como o fez – mas mantive o plano definido deixando o stop nos máximos de 3 dias (linha azul fina).

Acabou por fazer ontem uma espécie de martelo, e hoje veio activar o stop. Uma vez que não se confirmou a tendência de queda, fica em aberto a possibilidade de se poderem abrir posições longas. Desta forma, o stop passou a inverter a posição, tendo agora aberta uma posição longa. A zona de indefinição é aquela ente as duas linhas grossas azuis – os tais máximos e mínimos de 3 semanas; acima a tendencia será claramente para posições longas, e o contrário abaixo.
Para já vamos ver como se comporta esta posição longa. O ideal seria que pelo menos tentasse atacar a linha azul superior. Veremos!
Uma imagem vale por mil palavras:

Resumindo: o time frame utilizado (gráfico de 6 horas) embora parecesse que sim, não se coaduna com a volatilidade deste índice. Numa só “vela” houve a activação e fecho de duas posições antagónicas, desbaratando os ganhos tido até ao momento. Terei que rever a estratégia seguida neste índice.
Sem tempo para actualizações a pari passu, aqui fica um resumo do que foi feito até agora. Dois trades fechados; o primeiro correu bastante bem (seta verde), o segundo… também (pequena perda) – seta vermelha.

Neste momento está aberta mais uma posição longa, tendo no entanto a postos o stop para shortar abaixo do mínimo de 3 dias.
Entretanto tenho estado a fazer umas experiências com os futuros do S&P500 (via CFD’s na GoBulling).
Tenho usado o lote mínimo de unidades que dispensa o pagamento de comissões de compra (4 unidades). Usar setups baseados em gráficos semanais e diários obrigavam a um risco elevado a colocar stops em máximos e mínimos de velas diárias. Por isso optei por usar gráficos diários para definir a tendência/sentido do trade. Neste momento a tendência encontra-se a favorecer posições longas (neste momento inverteria abaixo da linha azul).

A abertura e fecho é baseada em gráficos de 6 horas. Ou seja 1/4 do timeframe anterior; velas de 4 horas talvez se aproximassem mais da proporção usada para acções (mensais e semanais) ou para a prata (semanais e diários), mas fazendo algum paper trading conclui que isso induziria muitas abeturas e fechos extemporâneos. Optei por gráficos de velas de 6 horas.

Neste momento, encontra-se aberto desde ontem um trade longo neste índice. Já deu para deslocar o stop para uma posição que o põe a salvo de perdas. Veremos onde nos leva.